Você sabia que o rabanete é considerado como uma planta tônica e estimulante por suas propriedades e sais? È útil a anêmicos e aos que sofrem de pressão baixa, sendo também rico em ferro, fósforo, vitaminas C e outros elementos reconstituintes e antibióticos.
Ah, e essa hortaliça de sabor picante? Seu nome é Rúcula, muito apreciada por seus poderes digestivos. É estimulante e devido suas propriedades antiinflamatórias pode fortalecer os glóbulos brancos. Por essa razão é a verdura dos convalescentes e dos que sofreram infecções.
O autor afirma que muitas vezes ao longo da vida, passaremos por decepções com o próximo e que a indignação, a fúria, ou o sentimento de injustiça pessoal poderão ser vistos por nós como sentimentos inevitáveis e muitas vezes, até justificáveis. Porém devemos nos precaver, porque nem sempre tais reações serão justas de nossa parte. Ele afirma ainda, que se formos mais condescendentes com o comportamento dos que nos cercam, sendo menos pessimistas com relação a eles, mais reflexivos e menos passionais com os fatos que ocorrem, poderemos contornar esses sentimentos perniciosos, oferecendo maior abertura para que em nosso coração brote o perdão.
O Dr. Hélio reitera também, que perdoar é uma das atitudes mais importantes que podemos ter na vida para alcançar a paz e a felicidade interior. Afirma que os sentimentos nefastos que ás vezes nutrimos, são toxinas que empobrecem a experiência intima (acredito inclusive, que nos tira a comunhão com Deus), levando o coração a paralisia por via do rancor, impossibilitando-nos de experimentar o afeto em sua plenitude.
Ele segue descrevendo a importância libertadora da prática deste ato e afirma que embora haja fatos suficientemente graves, para serem considerados imperdoáveis pelo mais sublime dos homens, necessário se faz que deixemos os rancores serem dissolvidos por um intimo esquecimento, fator que nos conduzirá a um investimento na própria saúde tornando nosso futuro mais promissor.
Quero finalizar destacando que o autor, afirma ser o perdão neto do amor e filho da caridade (isso é profundamente reflexivo). É um ato que em si mesmo diz tudo, tornando desnecessário o excesso de palavras para exprimi-lo, pois só tem sentido quando exercido com sentimento real, uma vez que não há discurso ou gestos que substituam sua essência. O perdão só pode ser verdadeiro, se for de coração.
A letargia cristã
A maior obra do engano nos dias de hoje é a letargia. Na medicina esta palavra significa “estado patológico de sono profundo, sem paragem das funções vitais e de duração variável, que em geral é causado por infecções graves que afetam os centros nervosos” (www.infopedia.pt).
Apesar das facilidades da vida moderna, não há um que não reclame da falta de tempo. Falta tempo para os amigos, para a família, para o lazer, para os exercícios físicos. Por outro lado, a indústria que mais cresce no mundo é a do entretenimento. É um paradoxo, pois entretenimento significa justamente ocupar o tempo livre, ou ainda, passar o tempo. Como conciliar estas duas realidades: a falta de tempo e o crescimento da indústria do tempo livre?
Talvez a palavra letargia possa servir para nós cristãos entendermos. Quando o assunto é espiritual estamos num sono profundo. Nunca estamos despertos e dispostos. Mas as funções vitais ainda estão funcionando, vamos à igreja aos sábados de forma tradicional e rotineiramente. Ocupamos nosso tempo com muitas coisas. Outras coisas já começam a perder o sentido e já não parecem tão importante quanto o eram no princípio de nossa caminhada. Isto porque, sofremos de graves infecções que adquirimos durante o nosso contato com aquilo que não nos aproxima de Deus, ao contrário, nos afasta e nos cega. Estas infecções entram por nossos ouvidos, olhos, boca, nariz e pela pele, e danificam nosso sistema nervoso, distorcendo a maneira que percebemos o mundo. Preferimos falar sobre pessoas e coisas do que sobre princípios e valores. Preferimos comentar sobre algo da moda, do que sobre o último sermão que ouvimos. Preferimos mostrar nossos bens e capitais do que o tesouros que descobrimos em nossa comunhão com Deus. Entre muitas outras situações que nos ocupam com nada, ou ainda, que preenchem o nosso vazio com vácuo.
O importante, porém, é que a letargia tem uma duração variável e não é um quadro irreversível. O Médico dos médicos tem um remédio para ela, chama-se: Espírito Santo. Em doses diárias e com muita perseverança do paciente, este 'medicamento' vai restaurando a saúde espiritual. Para uma melhor eficácia do tratamento, o paciente deve abster-se daquilo que lhe faz mal e ingerir diariamente A Palavra de Deus, quer o organismo aceite ou não. Deve-se fazer um esforço com intuito de discipliná-lo. Ao final do tratamento, a vida do paciente será outra, pois sua vida estará repleta de uma Paz diferente, pois "É a minha paz que eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo." João 14:27
Todo dia é dia da criança
É impressionante detectar a forma com que o mundo direciona sua “atenção” às crianças. No Brasil, especificamente, ao lançar nosso olhar para a data comemorativa do Dia das Crianças, instituída através do decreto nº 4867, veremos que a sociedade não entendeu seu verdadeiro sentido, uma vez que esta data passou a ser celebrada a partir de uma campanha de marketing elaborada por uma famosa indústria de brinquedos, a qual inicialmente, lançou a chamada “Semana do Bebê Robusto”. Na ocasião a iniciativa atraiu outras indústrias do ramo, as quais posteriormente lançaram a “Semana da Criança" com o objetivo de alavancar a vendagem de brinquedos.
Com os objetivos alcançados, esses empresários empunharam a bandeira da comemoração do dia 12 de Outubro para aumentar seus ganhos. Pena que este dia não sirva como reflexo real de uma atenção, que deveria ir muito além do que a possibilidade de compra de produtos imposta verticalmente pelo sistema capitalista, uma vez que nem todas as crianças têm acesso ao mínimo necessário para subsistir com dignidade. Basta olhar ao redor e vê-las abandonadas, carentes, destituídas e violadas em seus direitos amplamente preconizados pela legislação vigente, para perceber que elas precisam muito mais que uma simples data comemorativa para realmente serem lembradas. Elas precisam ser percebidas e respeitadas cotidianamente.
Nossas crianças trazem consigo sonhos que não são apenas seus, mas também de pais e familiares, os quais geralmente não são alcançados pelas políticas públicas; saúde e educação de qualidade, habitação, esporte, cultura entre outros. Esta parcela da população passa por um processo de discriminação por via de fato, uma vez que não é alcançada pelo poder público em suas aspirações mais básicas, ficando excluída inclusive da possibilidade de consumir produtos e brinquedos que sugerem transmitir homenagem aos pequeninos.
Por outro lado, a classe social considerada elevada e privilegiada por bens e serviços de qualidade, vive muitas vezes em uma total situação de dormência e neutralidade da consciência. Por ter poder aquisitivo elevado, não consegue perceber que esta data (bem como outras datas comemorativas) lhe impõe o ritual do consumo desenfreado, o qual serve apenas para aumentar o circulo vicioso do lucro dos detentores de uma riqueza, que jamais será socializada justamente em sua plenitude.
A necessidade de bem estar e felicidade, firmadas nos moldes afetivos como o carinho, o abraço apertado, o aparente humilde passeio no parque de mãos dadas, ou a visita familiar e constante á igreja, passam a ser substituídos pelo corre-corre aos shoppings, às praças de alimentação, às compras produzidas e reproduzidas pelo del prazer.
Há também pais, que por não fazerem parte de uma classe social com o "status" que lhe garantam um elevado padrão de vida, vivem em um ritmo de dedicação praticamente exclusivo ao trabalho, em duplas ou triplas jornadas na tentativa de conquistar determinado estilo de vida. Portanto, muitas vezes lançam sobre essa data, suas expectativas de compensação da ausência provocada, oferecendo aos filhos os presentes mais caros, como computadores e vídeo game, os quais embora conquistem a garotada de um modo geral, sem o acompanhamento de um adulto podem reproduzir violência e escravizar suas mentes.
De qualquer forma esses pais na verdade, não fazem mais do que ignorar que as necessidades mais importantes de uma criança envolvem sentimentos afetivos, como um pequeno gesto de carinho, uma palavra amiga, um sorriso sereno, um cumprimento de manhã, um abraço ao anoitecer, um passeio e a presença, enfim, a demonstração do amor através de gestos ou brincadeiras que jamais serão encontrados expostos em vitrines, pois não se pode comprar em lugar nenhum deste mundo.
Lucinéia Costa
Dica de saúde: o tomate e a acelga
| O que dizer do tomate, esse maravilhoso "fruto da horta"é rico em iodo, arsênico, zinco e vitaminas A, B e C. É indicado especialmente aos que padecem de transtornos glandulares e nervosos (pois fortalece o sistema nervoso) sendo ainda tônico, digestivo e ótimo para abrir o apetite. | |
| A acelga é mais conhecida no sul do Brasil, é muito refrescante, diurética, de facílima digestão e muito indicada por esses motivos aos que sofrem de reumatismo, gota e eczemas. |
IMPROVISO NO CULTO
Enquanto isso, conversas vão e vêm nos bancos.
Situações como essas deveriam ser exceções, mas infelizmente, deixaram de ser raras. Tornaram-se comportamentos aceitáveis em nosso meio. O fato é que muitos de nós estamos incorporando uma cultura de improviso na adoração, que não combina com nossa identidade e muito menos com Deus.
Confesso que essa improvisação vem me preocupando há algum tempo, não somente como pastor e editor, mas como um cristão que precisa de Deus e O busca em sua casa. O improviso não só prejudica a ordem do culto ou a forma das coisas, mas também pode resultar da falta de dedicação, de amor, ou mesmo de respeito às coisas de Deus. Quando amamos uma pessoa, fazemos o melhor por ela. Com Deus não é diferente. Se O amamos, entregamos-lhe tudo que temos, como o “preciosíssimo perfume de nardo puro” que uma mulher derramou sobre os pés de Cristo ou a oferta total da viúva pobre (Mc 12:42, 14:3). O próprio Mestre disse: “Minha comida consiste em fazer a vontade d Aquele que Me enviou e realizar a sua obra” (Jo 4:34). Quando a obra de Deus está em nosso coração, fazemos o nosso melhor, ansiosos por manifestar honra e gratidão a Ele, que também deu tudo de Si por nós.
Antes de entrar na casa de culto, precisamos considerar quem é Deus. Ele é Pai (Is 63:16) e cabe dentro do nosso coração (Is 57:15), mas precisamos temê-Lo, pois Ele também é nosso Senhor (Sl 39:4). Temer a Deus é respeitá-Lo e reverencia-Lo. No passado, muitos O temiam por medo das chamas vingadoras do Juízo. Hoje, o cristianismo vive o oposto: a superênfase na proximidade com o divino criou um Deus surfista, uma divindade antrópica, cópia do nosso RG. Quando reverenciamos um ser igual ou inferior, nossa adoração e moralidade fatalmente decaem. Você tem visto isso por aí?
O verdadeiro temor brota de uma coração perdoado e consagrado a Deus. É um sentimento de respeito filial, cheio de esperança e amor. No Antigo Testamento, a palavra “temor” resumia a verdadeira piedade religiosa (Pv 1:7; Jó 28:28; Sl 19:9). No Novo Testamento, um dos sentidos de temor é a atitude que nos motiva a prosseguir na santificação (2Co 7:1; Hb 12:28, 29). O temor do Senhor é “fonte de vida” (Pv 14:27). A igreja primitiva caminhava no “temor do Senhor” (At 9:31). Somente aqueles que temem a Deus O conhecem de fato (Pv 9:10; 2Co 5:11).
Como povo, fomos chamados a dizer ao mundo que o Criador deve ser temido e adorado (Ap 14:6), e nossa pregação deve ser coerente com o que fazemos nos cultos. Não precisamos retroceder a uma adoração rígida e monótona. Sempre deve haver lugar para espontaneidade e expressão sincera (Jô 4:23), mas isso não significa que o culto deva ser conduzido de qualquer jeito e sem respeito. Áquele que merece honra suprema (Ap 7:12). Não podemos apresentar “fogo estranho” (Lv 10:1).
Nossos cultos devem ser planejados e prestados a Deus com “decência e ordem” (Ico 14:40), e isso requer dedicação, pontualidade e testes técnicos antes que tudo comece. Devemos reaprender a arte do silêncio, requisito básico na adoração (Hc 2:20). Todos os participantes do culto devem saber quando e o que devem fazer. Por trás de todos deve haver uma mente coodenadora e pronta para suprir o que faltar, seja pessoalmente ou por delegação.
BATISMO DA PRIMAVERA 2010
Batismo de nosso amigo Rafael Ferreira
Segue link das fotos deste evento.
O monstro Leviatã
Aconteceu em um determinado momento da minha vida. A luta veio tempestuosa e sem pedir licença, invadiu meus planos e os transformou em algo estranho e totalmente destoado das expectativas que reinavam meu ser. Senti que as minhas maiores aspirações, planos e projetos permaneciam no mundo dos sonhos sendo permeados por um sono profundo, o qual me separava da realidade desejada arrebatando meu coração a um lago de profundas tristezas e questionamentos sem respostas, onde habita uma das mais terríveis de todas as criaturas, a figura mais mística e aparentemente mitológica da qual ouvi dizer através de fonte segura. Trata-se de um monstro denominado Leviatã, o qual em meio à algumas lágrimas, o Senhor mostrou através da sua palavra.
Descobri que o monstro supracitado vive a espreita de nossa existência e por vezes percebemos sua presença e voracidade. Às vezes ele fica adormecido, então pensamos ter encontrado a felicidade plena e a paz suprema, passando a nos sentir como se vivêssemos em um pedacinho do céu. Mas o monstro desperta sempre que percebe ser necessário, sendo tal necessidade diferente do que possamos imaginar. Na verdade se ele tem fome, esta não se consegue explicar e sua força descomunal não se pode mensurar, uma vez que se alguém o ferir não lhe causará danos permanentes, pois para ele o ferro é palha e o cobre pau podre.
Os sentimentos mais nobres e seletos da humanidade não fazem parte da característica básica desta fera. Ele não suporta ouvir palavras brandas onde habita o amor, não suporta ouvir o barulho das crianças que não param de brincar, ou qualquer tipo de gratidão e ação de graças, bem como louvor e coração puro. A amizade o incomoda, a alegria o irrita, a sinceridade e a fidelidade são palavras dilaceradas por sua mais perpétua irracionalidade, uma vez que ele é o pai de todas as violências existentes, sendo o seu coração firme como uma pedra.
Não se pode travar sua língua com uma corda, traspassar-lhe o nariz com uma vara de junco, ou furar-lhe as bochechas com um gancho. Com ele não se pode pleitear, direcionar súplicas ou palavras brandas afinal, não há acordo de sua parte. Possível será que o homem venha ao solo apenas em vê-lo e se um toque for dirigido a ele, tal ser jamais se esquecerá da peleja e contra ele não mais intentará.
Há terror em redor dos seus dentes e as fileiras de suas escamas são seu orgulho. Incapaz se faz o homem em abrir sua forte mandíbula ou em penetrar sua couraça dobrada, a qual impossibilita que se desvende seu dorso coberto. Cada espirro que emite faz resplandecer luz, sendo seus olhos como a pestana da alva. Da boca lhe saem chamas e faíscas são lançadas involuntariamente, sendo que das suas narinas fumaça procede. Seu hálito incrível faz acender os carvões e na sua presença salta o desespero. Eis finalmente a descrição do impetuoso monstro Leviatã.
Ao tomar conhecimento desta criatura, os questionamentos povoaram minha mente. Como seria possível eu estar vivendo em meio às lágrimas, clamar socorro dos céus e a providência divina e em contraposição receber uma mensagem torturante como esta. Um monstro mais que desafiador da minha capacidade racional de entendê-lo, ou das minhas forças em detê-lo. Não consegui entender como seria possível pelejar contra tal “coisa” ou mais duvidoso ainda, vencê-lo.
Por um determinado período de tempo me resguardei de forçar o entendimento, porém não tive dúvidas de que o Senhor dos Exércitos estava a me dizer algo muito importante, então supliquei para que me desse discernimento e pudesse compreender com a clareza dos altos céus. Eu queria vencer tal criatura e me encontrei em um emaranhado neutralizante da mais nobre consciência. Mas Deus em sua infinita misericórdia e bondade não permitiu que eu ficasse sem respostas por muito tempo. Na mesma fonte de descrição desta fera, ele me respondeu que tudo o que há debaixo dos céus à ele pertence e que ele não se cala a respeito deste monstro, de seus fortes membros, da sua força real e nem da graça da sua compostura. Neste momento entendi que as minhas armas eram inúteis, a minha força vã e que a vitória somente vem do Senhor, Criador dos céus e da Terra. Compreendi que a criatura referida neste texto não era carnal e sim espiritual e como tal deveria ser interpretada e analisada, bem como as armas a serem direcionadas á ele em peleja deveriam ser igualmente espirituais.
Realizei á partir deste momento uma auto análise e me surpreendi ao descobrir que não estava utilizando as armas espirituais que o Senhor me disponibiliza todos os dias. Ficou claro que para obter vitória me faltava a espada cristã e a armadura de Deus. Era preciso entender que o Senhor pelejaria por mim, apesar das as armas estarem em minhas próprias mãos. O Senhor me fez entender, que orar é preciso e extremamente indispensável e que a carga que sentimos carregar somente será aliviada se dividirmos com Ele. Jesus está nos dizendo, por intermédio desta experiência pessoal, que não importa o nome do monstro que assombra nossas vidas, ou a grandeza do seu terror, nem mesmo sua fama avassaladora ou a dimensão da sua perseguição contra os filhos do Deus Altíssimo. Importa apenas que creiamos que Ele está no controle das nossas vidas, porque a luta não é contra a carne e sim contra o espírito e que somente à luz da sua palavra poderemos buscar o seu poder por intermédio da oração.
Lucinéia Costa
Inspirado no livro de Jó, Cap. 40 e 41

