































Não deixe de ler.
De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
Está rolando pela internet um e-mail afirmando que o feijão vem transmitindo doença de chagas, pois o barbeiro estaria alojado nos grãos de feijão de um grande lote que é distribuído no Norte, Centro Oeste e Sudeste do Brasil, e que quando as pessoas situadas nestas regiões comprassem o feijão teriam que prestar atenção se os grãos apresentam furinhos, pois isso indicaria a presença do inseto transmissor. Esse e-mail é mentiroso, só mais um HOAX (e-mail falsos com intuito de espalhar lendas e boatos pela internet).
Algumas provas de que o e-mail (Perigo no feijão…Cuidado ao manusear feijão cru!, ou Perigo no prato dos Brasileiros!!) é mentira:
Quando se recebe esses tipos de e-mail, a primeira coisa a se fazer é verificar se as fontes citadas são verdadeiras, se não forem, as informações não tem credibilidade nenhuma.
Além disso tudo, o pesquisador responsável pela descoberta, o qual aparece na foto do e-mail, Franz Salces Ruiz, da empresa Green Technologies – INCAMP/UNICAMP, citado como suposto pesquisador da, também, falsa Universidade (UNIUPS-GO) que estaria pesquisando a doença, enviou seu esclarecimento para a NUPRE . (Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições) com a seguinte Nota sobre o assunto:
28 de abril de 2009 – 16:48
“Lamento muito que algumas pessoas, talvez querendo ajudar, divulguem este tipo deinformação que não procede. Além de utilizar imagens não autorizadas, estão causando pânico na população [...] Os resultados, além de não terem fundamento científico nenhum, devem prejudicar consumidores e produtores deste importante alimento do cardápio diário da população brasileira [...] Esse tipo de “denúncia” está sendo propalada de forma não ética e totalmente irresponsável. Barbeiro não se alimenta de grãos secos, como sugere uma das fotos. Os furos nos grão são típicos de larva de caruncho. O “inseto” (pode não ser inseto) ao que parece, pode ser mais um carrapato do que um barbeiro (vejam e comparem as fotos que se encontram na Google). Por fim, se for barbeiros que (durante o dia) se refugiaram em lotes de feijão, e tiverem deixado fezes contaminadas com o tripanosoma, a cocção (especialmente em panela de pressão) não deixaria o microflagelado vivo ou ativo. Para garantir a inocuidade do produto in natura, adquirido por acaso de um lote contaminado (com o barbeiro, fezes do barbeiro e outras sujeiras), vale a regra comum de lavar os grãos antes de levar para a panela, prática semelhante à que deve ser aplicada ao se preparar arroz, lentilha, ou qualquer outro grão in natura. É “denúncia” para alguém se divertir às custas de pessoas incautas. Favor desfazer o que possa ter sido feito com essa mensagem."
http://www.nuppre.ufsc.br/img/nuppre.png

