"Semana de Saúde e Solidariedade" começa amanhã, dia 03, em Maringá
PROGRAMA INCENTIVA EXERCÍCIOS FÍSICOS, CONSUMO DE ÁGUA E ARRECADAÇÃO DE ALIMENTOS PARA O "MUTIRÃO DE NATAL".
Memorizar: Gálatas 5.26 37.3
Introdução
A inveja é considerada como um gigante que aflige de maneira tão terrível que pode levar o homem à prática de ações danosas tanto ao corpo como à alma. A inveja é tida como prova da incapacidade que leva o indivíduo a desejar que ninguém seja melhor do que ele ou que consiga progresso ou melhoria em sua vida.
PROCURANDO SABER MAIS SOBRE A INVEJA
A inveja é um misto de ódio, desgosto, pesar e ciúmes pelo bem e felicidade de outrem. O invejoso sente um violento desejo de possuir o bem alheio. Em alguns casos, chega ser até mais profundo, a pessoa tem desejo que a outra não possua nada, para não ser feliz.
INVEJA – Produto de Disputas Insensatas
O apóstolo Paulo, ao escrever a Timóteo, admoestou acerca daqueles que pervertiam os ensinos de Jesus, inventando novidades que não levavam a uma vida santa, piedosa. No dizer do apóstolo Paulo, tais pessoas são soberbas, cheias de presunção e “deliberam acerca de questões e contendas de palavras” I Timóteo 6.4, que provocam invejas, maldade e questionamentos vazios.
INVEJA – Produto da Mente Carnal
Mente carnal, nessa apreciação do apóstolo significa, falta de espiritualidade. Ele está, nessa ocasião, escrevendo a crentes que deveriam ter a mente de Cristo (I Coríntios 2.16), mas que se perderam em pensamentos carnais, dando lugar a invejas, contendas e dissensões (I Coríntios 3.3). Por isso, existiam invejas, porfias, contendas por assuntos, mesquinhos, o que criava facções dentro da Igreja. Prova cabal de falta de espiritualidade. Maquinavam em suas mentes carnais, pensamentos acerca dos líderes sobre coisas que não existiam (I Coríntios 3.3-9).
INVEJA – Despertada por Boas Ações do Próximo
Desde os tempos remotos, tal fato é notado entre os homens. A inveja que os filhos de Jacó demonstravam por seu irmão José, levou-os a vendê-lo a mercadores que o levaram a uma terra estranha, o Egito. O rei Saul nutria uma inveja desmedida por Davi pelo fato de ele ser querido e aplaudido pelo povo (I Samuel 18.7-9). Os príncipes babilônicos procuraram ocasião contra Daniel por ser ele um súdito exemplar e, por isso, apreciado pelo rei (Daniel 6.1-4). O apóstolo Paulo também foi vítima da inveja dos judeus (Atos 13.45; 17.5). Mas, o caso mais trágico foi, sem dúvida, aquele vivido pelos príncipes dos sacerdotes, que, movidos pela inveja, levaram Jesus à morte no Calvário (marcos 15.10; Mateus 27.18).
CONSEQÜÊNCIAS PRODUZIDAS PELA INVEJA
A Inveja Atrai Influências Más
O invejoso está à beira do fracasso porque consente na atuação de satanás na sua mente. Ele adoece com mais freqüência; fica sujeito a crises nervosas que causam outros males; demonstra constante mau humor, nada lhe satisfaz; manifesta sentimento de inferioridade; desconfia das outras pessoas. A inveja deteriora o caráter.
A Inveja é Um Canal de Doenças
O rei Salomão em um de seus valiosos provérbios, adverte: “O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos.” Provérbios 14.30
A Inveja Atrai Mentiras
A inveja toma de assalto todas as atitudes e procedimentos da pessoa que cede um pouco de espaço para ela, constituindo-se uma verdadeira “brecha” aberta para o mal. A inveja leva as pessoas às raias da calúnia, da insensatez e da mentira. Vários cristãos têm sido vítimas das mentiras de um invejoso. Os filhos de Labão proferiram mentiras contra Jacó, por inveja, porque ele prosperava (Gênesis 31.1-7). Coré e Datã proferiram mentiras contra Moisés e Arão, dando lugar à inveja. Por isso foram castigados por Deus, com todos os que acreditaram em suas palavras (Neemias 16). Jesus, certa vez, exortando os fariseus chamado-os de homens maus porque por invejam falaram mentiras a Seu respeito. O Senhor que conhecia os pensamentos deles disse: “do que há em abundância no coração, disso fala a boca.” Mateus 12.34.
A Inveja Mata
O espírito de inveja é algo terrível. É por demais desgastante conviver com os invejosos. A inveja mata o amor, a união, a amizade, o carinho, o interesse. A inveja é devastadora (Gênesis 4.3-4). Toda a cerimônia das ofertas está centralizada em uma palavra: primícias. Abel separou a primeira ovelha do seu rebanho ao Senhor. Caim tomou o fruto da terra “no fim dos tempos”, ou seja, aquilo que restava da colheita e levou em oferta ao Senhor. O Senhor não é Deus de “sobras”, de restos de sobejos de após segadores. Ele é Deus das primícias, da primeira escolha, do primeiro fruto, da primeira decisão, com está determinado: “Honra ao Senhor com a tua fazendsa, e com as primícias de toda a rua renda.”Provérbios 3.9, e também: “Então tomarás as primícias de todos os frutos da terra, que trouxeres da tua terra, que te dá o Senhor teu Deus.” Deuteronômio 26.2. Certamente Ele aceitou a oferta de Abel porque foi a primeira cria do rebanho, as primícias. Infelizmente, existem crentes entregando suas ofertas como Caim, isto é, oferecendo aquilo que lhe sobeja, e o pior, quando sobra. A conseqüência que é a benção não chega para suas finanças, então começam a invejar os fiéis.
A BÍBLIA ADVERTE CONTRA A INVEJA
A inveja é própria dos ímpios (Romanos 1.28-29). É pecaminosa.
Contentar-se Com o Que Possui
Deus não distribui igualmente os bens entre os homens. Algumas pessoas recebem mais, outras menos; umas sofrem mais do que outras; algumas são mais pobres, outras mais ricas; uns são mais outros menos inteligentes. O certo é sentir-se feliz com aquilo que possui; valorizar o que Deus tem proporcionado. Viver o presente é ter um coração agradecido.
Eliminando Toda Incoerência
O sentimento de inveja é incoerente com os ensinos de Jesus. Quem ama o próximo não pode invejá-lo. O espírito de inveja traz divisão à Igreja, ao contrário do que Paulo ensinou, no sentido de haver um mesmo espírito e um mesmo corpo (I Coríntios 12.13).
CONCLUSÃO
Admita para Deus que todos são tentados a invejar o próximo. Mas, recorra, também a Ele pedindo Sua divina proteção. Jesus é o escudo e proteção daquele que crê no Seu poder.
autor desconhecido
NOTA DE FALECIMENTO
Uma igreja unida em oração
FALANDO DE EXCLUSÃO - PARTE I
Muito tem se falado sobre a inclusão das pessoas/crianças com necessidades educacionais especiais, nas classes comuns da rede pública de ensino em nosso país. Esta é uma discussão pautada em lei e dispositivos legais, nacionais e internacionais para uma verdadeira mudança de paradigma, a qual hoje permeia a comunidade de autores renomados que fazem esta discussão. Portanto o texto a seguir, faz parte de uma discussão contemporânea sobre a inclusão da pessoa com deficiência em nossa sociedade, com enfase na critica da autora com relação a falta de mecanismos para a inclusão deste público alvo em um curso acadêmico que trata justamente deste assunto, a inclusão de pessoas com deficiencia. Acredito que seja interessante trazer a tona algo, que faz parte do nosso meio, porque a sociedade de uma forma geral não presta atenção a estas questões. Basta olhar as estruturas dos prédios públicos ou particulares que vão desde espaços culturais, financeiros, escolares, comerciais, industriais e até mesmo religiosos para percebermos esta afirmativa. Há pouca acessibilidade, quer seja estrutural ou de recursos humanos para alcançar este público, o que denota um certo descuido para atender esta demanda presente no seio da sociedade... E isto é apenas a ponta do Ice-berg...
Como falar de inclusão sendo excludente?
EM OUTRA PERSPECTIVA
Adolescentes moldado ao padrão do mundo, como se libertar?
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| O "ficar" descompromissado, egoísta e existencialista que não almeja nenhuma relação produtiva, pode causar futuramente o seu suicídio. |
* Adolescentes moldado ao padrão do mundo, como se libertar? "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8:32), "... Tua palavra é a verdade." (Idem, 17:17)






